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Relatório do USDA pressiona mercado do milho

 O primeiro relatório de área plantada do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), anunciado nesta semana, mostrou que os produtores norte-americanos plantaram 35,2 milhões de hectares de milho neste ano, um cenário negativo para o mercado do cereal. Na primeira estimativa de intenção de plantio, divulgada em março, a projeção do USDA era de 34,4 milhões de hectares, e os analistas esperavam que essa estimativa fosse revisada para 34 milhões.
Matt Pierce, da Futures International LLC, considera que o relatório foi baixista para o milho, altista para a soja e neutro para o trigo. “É irreal que tenhamos ‘encontrado’ mais 1,2 milhão de hectares de milho. A notícia é negativa para as cotações, mas, de uma forma geral, não deve prejudicar o mercado de milho.”
Para o mercado da soja, os números divulgados pelo USDA foram mais positivos; indicam que foram cultivados 31,3 milhões de hectares nesta safra. Há três meses, a previsão era que o plantio recuasse a 30,7 milhões e o mercado esperava que o número fosse reajustado para 31,7 milhões de hectares. Já a estimativa de plantio de trigo avançou para 24,2 millhões de hectares, contra 23,7 milhões em março.
Gavin Maguire, diretor da EHedger, afirma que os números do USDA deixaram um tom baixista nos mercados de grãos em geral. “A estimativa de plantio de milho contrariou as expectativas, que eram de queda de 400 a 800 mil hectares na área cultivada por causa da primavera úmida no Meio-Oeste. Mas, claramente, os produtores americanos persistiram no milho porque os preços mantêm-se atrativos, e acabaram plantando uma das maiores áreas da história do país.”
“No caso da soja, como os preços estão firmes desde a primavera, a área maior não é surpresa. Mas o mercado estava antecipando um crescimento maior; imaginavam que o clima úmido durante o plantio convertesse alguns hectares de milho em soja”, diz Maguire. A estimativa atual do USDA para o plantio da oleaginosa é 600 mil hectares maior que a calculada em março e 700 mil hectares superior ao ano passado. “Por outro lado, tem bastante espaço para que os preços dos contratos da safra nova recuem ainda mais, pois a estimativa de estoques físicos apontou um volume maior que o esperado”, completa Maguire.

Estoques físicos
Junto com as projeções de área, o USDA anunciou suas estimativas de estoques físicos. O relatório mostrou que em 1° de junho os EUA tinham 16,2 milhões de toneladas de soja armazenadas. O mercado esperava 15,9 milhões. Para o milho, o USDA indicou estoques de 108,4 milhões de toneladas, contra expectiva de 106,4 milhões. Para o trigo, eram esperadas 18,2 milhões, e o relatório apontou estoques de 18,1 milhões de toneladas.
“O mercado estava antecipando uma redução no volume de soja e milho armazenados por causa da demanda firme. Entretanto, os dois números vieram acima do esperado, sugerindo que o consumo pode não estar tão aquecido quanto se imaginava”, afirma Maguire.
“De maneira geral, a combinação de estoques mais folgados e área maior tem potencial para pressionar os mercados de soja e milho a partir de agora, principalmente se o clima continuar favorável”, considera. “O contrato dezembro/09 do milho perdeu mais de US$ 0,70 desde o início de junho, pois já especulava-se que a área poderia ser maior que o esperado. Então, ainda é uma grande incógnita até onde pode ir o impacto negativo do relatório do USDA sobre os preços do milho”, afirma. (www.agriculture.com)

Fonte: Gazeta do Povo

 

Stephanes fala sobre influência do Plano Real na agricultura

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, falou nessa quarta-feira (01), durante entrevista à Rádio Nacional, sobre a influência dos 15 anos do Plano Real no setor agrícola. Stephanes argumentou que após anos e anos de inflação e de tantos planos o Real foi a grande solução, mas afetou mais o agricultor, porque precisou baixar os preços. “Nos três anos seguintes ao Plano Real, a produção agrícola brasileira caiu e parte do endividamento do setor vem daquela época. Isso ocorreu porque os preços caíram muito e não remuneravam o produtor e até por razões climáticas”, lembrou.
O ministro disse ainda que, ao longo de 20 anos, o setor agrícola acumulou uma dívida; ao mesmo tempo, lembrou que apenas 6% dos produtores possuem seguro rural. Ou seja, o agricultor perde a produção e a condição de pagar a dívida. “O grande problema do agricultor não é o que ele está produzindo hoje e o que recebe pelo que produz, mas é o dilema em como saldar esse passado. É uma questão que vem sendo discutida há muitos anos,” finaliza.
Fonte(s): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

Trigo volta ao tempo dos recordes

O plantio confirmou a expansão do trigo no Paraná. Com 90% das lavouras semeadas, o Departamento de Economia Rural (Deral) do Paraná informa que o cereal vai ocupar 1,23 milhão de hectares – área 7% maior que a do ano passado. “Se houver mais alguma variação, será mínima. A área pode chegar a 1,3 milhão de hectares”, aponta o agrônomo Otmar Hübner, que coordena o monitoramento do trigo no Deral.
Isso significa que o trigo voltou ao tempo dos recordes. Com clima favorável, a produção deve chegar perto da registrada em 1987/88, quando o estado atingiu 3,3 milhões de toneladas e o Brasil, 6,1 milhões. Naquela época, o Paraná plantava 600 mil hectares a mais, mas tinha rendimento menor. Com essa área (1,9 milhão) e a produtividade média de 2,65 toneladas por hectare, prevista para a safra atual, o estado chegaria a 5 milhões de toneladas – meta do governo paranaense.
Dois meses atrás, o Caminhos do Campo/Gazeta do Povo estimou que haveria uma elevação de até 9% na área do trigo, com base nos planos de cultivo de oito cooperativas do estado. Campos Gerais, Norte, Noroeste e Oeste anteciparam a tendência de aumento na produção, que se confirma agora nos dados do Deral.
“O aumento da área é de perto de 10%. Isso porque o custo de produção caiu 20%, de R$ 1,2 para R$ 1 mil por hectare, e o preço mínimo aumentou”, avalia Ivo Arnt, tradicional produtor de trigo dos Campos Gerais. Os reajustes nos preços mínimos foram de 5,5% (brando) a 15% (melhorador), com teto de R$ 555 por tonelada. Arnt acrescenta que o cereal é fundamental na rotação de culturas, aumentando a produtividade da soja no verão.
“O mercado é que faz aumentar o plantio”, afirma Hübner. Em sua avaliação, apesar de estarem abaixo das expectativas, os preços são considerados bons. Além disso, não há muita opção de cultivo no inverno, acrescenta. “O fato de a produtividade do trigo ter sido ótima no ano passado (2,83 t/ha) também influenciou o produtor, que teve quebra na safra de verão (20%)”, observa.
Com 3,3 milhões de toneladas de trigo, o Paraná pode elevar sua participação nacional, hoje em 53%. Ainda assim, o país terá de importar pelo menos um terço das 11 milhões que consome, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O problema da próxima safra deve ser a comercialização, lenta mesmo em ano de produção baixa. Como a tendência é de queda nos preços no momento do escoamento, será necessário armazenar boa parte do cereal. Por falta de espaço, as vendas têm de ser acertadas antes da colheita do verão.
A comercialização da safra passada ainda não terminou. Segundo o Deral, 8% do trigo paranaense ainda estão guardados. O atraso é atribuído justamente aos preços baixos. A saca de 60 quilos rende em média R$ 27,90 ao produtor – são R$ 12 a menos que há um ano. Os preços estão entre R$ 26,8 e R$ 29 desde janeiro. A média deste ano é R$ 5/sc inferior à de 2008.
O problema não é o preço internacional, que está em US$ 200 a tonelada e supera com folga a média histórica de US$ 125. A valorização do real frente ao dólar faz com que o preço interno do trigo caia. Se depender dos estoques, a cotação em dólar deve se manter. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima estoques mundiais de 940 milhões de toneladas para 2009/10, 10 milhões maior que o do período anterior. No entanto, a Argentina, principal fornecedor de trigo para o Brasil, deve ter queda no plantio, de 4,5 milhões de hectares (2008) para 2,8 milhões (2009), conforme relatório oficial divulgado nesta semana.
Fonte(s): Gazeta do Povo

 

Secretaria apresenta números da safra agrícola de SP

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento apresenta os números das principais culturas cultivadas no Estado de São Paulo para a safra agrícola 2008/2009, com levantamento realizado em abril pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) e pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati).

MILHO - Os reflexos da escassez de recursos e os menores preços pagos pelo milho, agravados pela alta excessiva dos fertilizantes, segundo os pesquisadores do IEA, podem justificar a menor área plantada com a cultura (6,7%), ficando em 643 mil hectares. Queda na produção de 10%, fechando em 3,40 milhões de toneladas. A expectativa é que produtores migrem para a soja, que oferece menores custos com sementes e adubação das lavouras, além de propiciar boa liquidez no momento da venda. O cenário fica ainda mais incerto para a safra de inverno do milho (conhecida como safrinha), pois esse levantamento registra quedas de 4% na área para 235 mil hectares e de 17% na produção, chegando a 853 mil toneladas.

FEIJÃO - Para o feijão da seca vem sendo confirmadas quedas na área (12,3%), visto que os preços no primeiro semestre de 2009 estiveram muito menores que os observados em igual período do ano passado, na produção esperada (15,1%) e na produtividade da terra (3,2%), em relação ao ano agrícola anterior. Os números devem ficar em, respectivamente, 50 mil hectares cultivados, 86 mil toneladas e 1.700 kg/ha. Situação semelhante foi verificada no primeiro levantamento de feijão de inverno, com redução de área esperada em 8% (registrando 43 mil hectares) e de 6,8% na produção (82 mil toneladas).

SOJA - Quanto à cultura da soja, o quarto levantamento detectou aumento de área (5,3%), em 479 mil hectares, e por conta das condições climáticas espera-se queda de 5,6%, ficando 1,19 milhão de toneladas.
AMENDOIM - Para a cultura do amendoim da seca, não foram ratificados os resultados positivos registrados no levantamento anterior, quando comparados com a safra agrícola 2007/08. Este levantamento acusa significativas quedas na área de 35,7% - quase 8 mil hectares e na produção de 41,7% em 15 mil toneladas. De acordo com os pesquisadores, os números confirmam a não-liberação de áreas para renovação de canaviais onde o amendoim normalmente se instala, em rotação com a cana-de-açúcar, além da não -renegociação de contratos de arrendamento e, em algumas regionais, a substituição pela cultura da soja. O último levantamento da safra agrícola 2008/09 para o amendoim das águas apresenta ganhos na área plantada (5,1%) e no rendimento (2,5%), contribuindo para o acréscimo de 7,7% na produção em relação à safra passada.

TRIGO - Para a cultura do trigo, este levantamento confirma a redução de área (15,9%) para 60 mil hectares, já registrada em fevereiro por conta dos baixos preços e, embora se espere rendimento acima do obtido na safra passada (6,3%), prevê-se produção de 174,86 mil toneladas, 10,6% a menos. Os resultados para a cultura do triticale indicam decréscimos expressivos de área (19%), de produção (29,1%) e de produtividade agrícola (12,5%), comparativamente à safra passada. (Informações completas no site do IEA - www.iea.sp.gov.br).
Fonte(s): Cosmo On line

 

Rumores puxaram o preço do algodão

Limite de alta. Rumores sobre um novo impulso na demanda chinesa por algodão puxaram ontem o avanço do preço da commodity, que atingiu seu limite de alta para uma única sessão. Na China, maior consumidora mundial da fibra, a demanda por algodão cresceu em todos os meses entre janeiro e maio, segundo a publicação "China Securities Journal", que cita fonte oficial. Tradicionalmente, junho, julho e agosto são o auge da estação, quando as fiações chinesas substituem os estoques velhos por novos. Na bolsa de Nova York, os contratos da fibra com vencimento em outubro fecharam em alta de 300 pontos, aos 58,63 centavos de dólar por libra-peso. No mercado paulista, o algodão foi negociado por R$ 1,1865 por libra-peso, uma baixa de 0,15%, segundo o índice Cepea/Esalq.
Fonte(s): Valor Econômico

 

Preço da soja no mercado internacional teve ontem sua maior alta nas últimas quatro semanas

Estímulo às compras. O preço da soja no mercado internacional teve ontem sua maior alta nas últimas quatro semanas. Para analistas ouvidos pela agência Bloomberg, o retorno dos investidores às compras foi motivado pelas desvalorizações recentes da commodity, ocorridas sob um cenário de boas condições climáticas nas lavouras do Meio-Oeste dos Estados Unidos. As baixas da soja teriam sido demasiadamente fortes, o que motivou as compras de papéis, segundo esses analistas. Na bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em agosto avançaram 41,25 centavos de dólar, para US$ 11,6050 por bushel. Em Primavera do Leste (MT), a saca de soja de 60 quilos saiu ontem por R$ 43,10, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola (Imea).
Fonte(s): Valor Econômico

 

Unica: moagem no Centro-Sul cresce 31,9% até 15 de junho

Usinas e destilarias do Centro-Sul do Brasil processaram 142,146 milhões de toneladas na safra 2009/2010 de cana-de-açúcar, até 15 de junho, alta de 31,91% ante as 107,756 milhões de toneladas moídas em igual período de 2008/2009, de acordo com informações divulgadas ontem pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica).
As chuvas que atingiram praticamente todas as regiões canavieiras da Região Centro-Sul diminuíram, no entanto, o ritmo de moagem na primeira quinzena de junho e levaram a uma redução no volume de cana moída no período, que ficou em 32,64 milhões de t, queda de 10,08% sobre a última quinzena de maio. Ainda assim, o total foi 4,17% superior à moagem de 31,3 milhões de t à primeira quinzena de junho da safra passada.
Segundo a entidade, a produção de açúcar até meados de junho, na safra 2009/2010 saltou 43,22%, se comparada à igual período da passada, de 4,71 milhões de t para 6,74 milhões de t. Já a produção de álcool total de abril a 15 de junho, os primeiros dois meses e meio da safra, cresceu 28,34% ante igual período de 2008/2009, de 4,68 bilhões de litros, para 6,02 bilhões de litros.
Etanol - O destaque ainda é para o aumento de 49,5% na produção de etanol hidratado até 15 de junho, em comparação a igual período de 2008, de 3,24 bilhões de litros para 4,85 bilhões de litros. No mercado interno, o hidratado é utilizado nos veículos movidos a álcool ou nos flex fuel. Já a produção de anidro, misturado à gasolina em 25%, caiu 19,29%, para 1,16 bilhão de litros.
A Unica informou também que o mix de destino da matéria-prima processada foi de 59,18% para a produção de álcool e de 40,82% para o açúcar, o que mantém, juntamente com forte aumento na produção de açúcar, o cenário menos alcooleiro na safra 2009/2010. No mesmo período da safra passada, esse mix era de 61,92% para o álcool e de 38,08% para o açúcar.
"Como previsto desde o início da safra, as unidades mistas com alternativa de produção de açúcar e de etanol têm priorizado a produção de açúcar, em função dos níveis de preços do açúcar no mercado externo", informa a entidade. Os preços apurados no mês de junho e divulgados pelo Conselho dos Produtores de Cana-de-açúcar, Açúcar e Álcool (Consecana) indicam preços do açúcar superiores em 46% aos do etanol nos mercados interno e externo.
Exportações de Etanol - As exportações de etanol entre abril e meados de junho de produtores da região Centro-Sul atingiram 776 milhões de litros, dos quais 650 milhões de litros de hidratado, o qual é predominantemente destinado aos países do Caribe para transformação em etanol anidro, com destino ao mercado americano.
A Unica informou ainda que até 15 de junho 52 unidades produtoras das 308 que devem operar na safra 2009/2010 no Centro-Sul ainda não haviam iniciado a moagem. Desse total, 22 são unidades novas, que deverão realizar sua primeira moagem durante a atual safra. (Gustavo Porto)
Fonte(s): Agência Estado

 

Paraná vendeu 59% da safra de milho ante 76% no 1º semestre de 2008

O produtor de milho do Paraná está retardando a comercialização da safra à espera de melhores preços. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), 59% da produção na primeira safra (verão) foi negociada até a segunda-feira ante 76% em igual período do ano passado. A engenheira agrônoma Margorete Demarchi explica que em 1º de julho de 2008 o produtor recebia R$ 23,29 pela saca de 60 quilos do cereal. Hoje o preço obtido é R$ 16,83/saca. Como está mais capitalizado neste ano - por conta dos preços remuneradores da soja - o produtor pode esperar mais para vender o milho, apostando num aquecimento nas vendas externas do grão no segundo semestre, como aconteceu em 2008 e 2007.
O Paraná está colhendo a segunda safra de milho (safrinha), mas as chuvas das últimas semanas têm atrapalhado os trabalhos. Segundo o Deral, 10% da área plantada foi colhida até esta semana, um avanço de apenas dois pontos percentuais sobre a semana anterior. No ano passado, a colheita nesta época do ano atingia 7% da área, mas isso se deveu a um atraso de até 20 dias na implantação da lavoura, por causa da estiagem. Em 2007, quando o plantio transcorreu normalmente, a colheita da safrinha atingia 18% da área na última semana de junho.
O excesso de umidade também atrapalha a colheita do café, que atinge 30% da área no Estado, e o plantio do trigo, com 88% da área semeada até a segunda-feira (29). (Jane Miklasevicius)
Fonte(s): Agência Estado

 

Receita com exportação de soja cresce 71% em junho

A receita com as exportações brasileiras de soja em grão teve crescimento de 71,1% em junho, em comparação com o mesmo período do ano passado. O faturamento das vendas externas passou de US$ 1,5 bilhão em junho de 2008 para US$ 2,57 bilhões no mês passado, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Em comparação com o resultado de maio, as vendas de junho apresentaram um crescimento de 49,5%. Em volume, as exportações do mês passado somaram 6,17 milhões de toneladas, resultado que significa um aumento de 74,2% sobre junho de 2008 e avanço de 32% em comparação a maio deste ano.
O principal motivo para o forte crescimento das vendas de soja no mês de junho foi a valorização dos preços do grão no mercado internacional. Um sinal disso foi a valorização do preço médio da soja brasileira no mercado externo. No mês passado o produto brasileiro foi vendido em média a US$ 417,35 por tonelada, valor 13,3% superior ao desempenho de maio, mas 1,8% menor do que o registrado em junho de 2008.
No caso do farelo de soja, as exportações de junho totalizaram 1,38 milhão de toneladas, volume que representa uma queda de 3,3% em comparação a maior deste ano e um crescimento de 11,1% sobre as exportações de junho do ano passado. Em receita, as vendas de farelo representaram para o Brasil a entrada de US$ 537,5 milhões, receita 9,2% maior do que a registrada em maio e 20,4% superior ao desempenho de junho de 2008. Diante desse cenário, o preço médio da tonelada de farelo foi US$ 388,51, valor 13% acima do registrado em maio e 8,3% maior do que o resultado de junho do ano passado.
As exportações brasileiras de óleo de soja registraram em junho deste ano 162 mil toneladas. Esse volume supera 49,6% o resultado de maio deste ano e em 28,3% o desempenho registrado em junho de 2008. Em receita, as vendas externas de óleo somaram US$ 126,5 milhões, resultado 51,5% maior do que o registrado em maio, porém, 20,7% menor do que a receita acumulada no mesmo período do ano passado. Com isso, o preço médio do óleo de soja ficou em US$ 780,86 por tonelada, valor 1,3% superior a maior, mas 38,2% menor do que o registrado em junho de 2008. (Alexandre Inacio)
Fonte(s): Agência Estado

 

Previsão do Tempo

Sexta-feira

Na sexta-feira a frente fria chega ao Espírito Santo e áreas de instabilidade ganham força sobre parte da Região. O dia será nublado, com chuva a qualquer hora e queda de temperatura no centro-sul do Rio de Janeiro e no centro-oeste, no sul e no leste de São Paulo. Na região de Pirassununga (SP), no Sul de Minas, Zona da Mata Mineira, no norte fluminense e no sul capixaba, o sol aparece, mas as nuvens aumentam e ocorrem pancadas de chuva a partir da tarde. Na Grande Belo Horizonte, no vale do Rio Doce (MG) e nas demais áreas do Espírito Santo, o sol aparece e não chove, mas o céu fica o dia todo com muita nebulosidade. Nas demais áreas da Região, o tempo fica bem aberto, quente e sem chuva.

 

 

 

Bolsa de Mercadorias de Uberlândia – BMU

(Cotação diária) –01/07/2009

 

*Milho - sc. 60 kg disponível – (Preços com INSS excluso)
Uberlândia/Uberaba . . . . . . . . . . . .  R$ 17,50... R$18,00
Capinópolis/Ituiutaba . . . . . . . . . . . .R$ 17,00... R$17,50
Patrocínio/Patos de Minas . . . . . . . .  R$ 18,00... R$18,50
Paracatu/Unai. . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 17,50... R$18,00
Catalão – GO. . . . . . . . . . . . . . . . . .R$ 15,50... R$ 16,00
Região de Rio Verde- GO . . . . . . .  .  R$ 16,00... R$ 16,50


Região de Cristalina- GO . . . . . . . .   R$ 15,50... R$ 16,00

*Soja - sc. 60 Kg disponível  - (Preços com INSS excluso)


Uberlândia . . . . . . . . . . . . . . . . . . .R$47,00
    

 

*Sorgo - sc 60  kg  Disponível


Uberlândia/Uberaba . . . . . . . . . . . s/cotação

*Café arábica  -  Tipo 06 Duro para melhor

 

Araguari/ Patrocínio. - Tipo. 06 – 2008/09... R$ 250,00

 

*Feijão - sc 60 Kg – Triângulo e Alto Paranaíba

 

Tipo Carioquinha Especial. . . .  . . .   .    R$ 97,00...  R$ 98,00


Tipo Carioquinha Comercial. . . . . . . . .  R$  85,00... R$ 86,00
Tipo Preto Especial . . . . . . .  . . . . .  . . R$  84,00...  R$85,00
Tipo Rajado Especial. . . . . . .  . . . . . . . R$ s/cotação
Tipo Jalo Especial. . . . . . . . . . . . . . . . . R$ s/cotação

 

* Arroz Sequeiro – Uberlândia (Preços com ICMS e INSS inclusos)
                                           Mínimo .................................Maximo
Tipo 1 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 42,00.............................R$ 43,00
Tipo 2 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 37,00.............................R$ 38,00
Tipo 3 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 32,00.............................R$ 33,00

Tipo 4 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 27,00.............................R$ 28,00

 



CAT- Clube Amigos da Terra de Uberlândia
Av. Juracy J. Resende, 100  |  B. Pampulha / Camaru  |  (34) 3226-7701 - 3292-8827  |  Uberlândia-MG
catuberlandia@catuberlandia.com.br