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Volatilidade alta com saldo positivo

Apesar da alta e acentuada volatilidade que impera atualmente nos mercados de commodities e de futuros, em geral, pelo menos para a soja, o efeito final na quinzena, foi de um saldo positivo. Um alívio para produtores que têm visto, atônitos, as cotações derreterem no mercado.
O aquecimento da demanda pela soja americana deu sustentação a ligeira recuperação das cotações. No entanto, ameaças ainda pairam sobre o mercado, reflexo de indefinições sobre o rumo das economias americana e européia, abaladas pela crise financeira, e, ao que parece, sujeitas ao risco de submergirem numa forte recessão, o que deve continuar causando calafrios nos produtores.
Entre 16 e 31 de outubro, as cotações saíram de 894,00 cents por bushel (Venc. Novembro de 2008), para 934,00 cents por bushel (Venc. Novembro de 2008), em 31 de outubro de 2008 - uma recuperação ansiosamente desejada de 4,47%, porém, ainda muito aquém de recompor as fortes perdas verificadas nos últimos meses.
No mercado interno, os reflexos da volatilidade das commodities, na Bolsa de Chicago, e da moeda americana, resultaram num aumento das cotações na mesma direção e intensidade, ou seja, na média, os preços subiram em torno de 4,97%.
Entre os dias 16 a 31 de outubro, os preços variaram, em Passo Fundo, de 45,00 para 47,00, em Cascavel, de 42,00 para 44,00, em Rondonópolis, de 38,00 para 40,50, em Sorriso, de 34,00 para 36,20, em Campo Grande, de 41,00 para 43,00, e em Rio Verde de 41,00 para 42,00 reais por saca.
Em Minas Gerais, em Uberlândia, os preços da soja, contrariamente ao das demais praças, apresentaram-se em queda, de 2,27%, caindo de 44 reais por saca para 43 no período.

Fonte: CISoja - Centro de Inteligência da Soja

 

 

Plantio atrasado em Minas Gerais

A falta de chuva está atrasando a safra de milho no triângulo mineiro. Quem arriscou plantar está amargando prejuízo.
O agricultor Nelson Orasmo está de olho no céu. Para dar início à safra de soja e de milho, ele depende agora só da chuva."Já estou até de torcicolo de tanto olhar para cima e não chove. Estou fazendo uma parceria com São Pedro para ver se ele manda chuva para a gente, porque está difícil. Agora a gente não está precisando nem de dinheiro. A gente precisa é de chuva", afirma.
A terra de boa qualidade está seca, dura, vira pó nas mãos. Por isso, na fazenda de 550 hectares, Nelson arriscou plantar apenas um pouco de milho. O período de plantio do milho está praticamente no fim, mas, por causa da pouca chuva que caiu durante o mês de outubro, o desenvolvimento da cultura em algumas propriedades ficou comprometido. Por causa da baixa umidade registrada durante o mês, algumas sementes nem germinaram.
"No início de outubro deu uma chuva boa. Gente plantou. Depois a chuva faltou, o milho nasceu muito irregular e àquelas que germinaram o ataque de pragas foi muito grande. No final, a gente vai perder em produtividade", explica Nelson.
Em outubro foi registrado na região de Uberaba, 68 milímetros de chuva, metade da média para o período, que é de 141 milímetros. Seu Felício tem mais de 60 anos de lida no campo. Antes ele começava o plantio no fim de setembro, outubro. Agora, a safra começa cada vez mais tarde.
"Primeiro chovia cinco meses, cinco meses e meio. Agora tem chuva no período de 85, 90 dias, no máximo. Tem que plantar tudo rápido, se não perde o tempo", lembra o agricultor Felício Orasmo.

Fonte: Globo Rural

 

Produção de sorgo aumenta 576% em 18 anos

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram manutenção da área plantada de milho e sorgo para o próximo ano. “Isso deve acontecer porque o produtor já se programou e comprou os fertilizantes antecipadamente”. A opinião é do coordenador-geral de Cereais e Culturas Anuais, da Secretaria de Política Agrícola, Sílvio Farnese. Os dados foram apresentados, nesta tarde, durante reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Milho e Sorgo.
De acordo com a Conab, nos últimos 18 anos, houve crescimento linear da produtividade do sorgo. Na área plantada, o aumento foi de 333%, ao alcançar a média de 8,5% ao ano e, na produção, o aumento foi de 576%, ao considerar a safra de 1990/1991. O maior produtor mundial são os Estados Unidos, com 19,3% e o Brasil é responsável por 3,2%, sendo a região Centro-Oeste produtora de 67,8% “No caso do sorgo, o Brasil produz dois milhões de toneladas e a comercialização é tranqüila, porque o preço é mais baixo já que o custo de produção é menor”, enfatizou Farnese.
Em relação ao milho, a produção na safra 2008/2009 está projetada em 55 milhões de toneladas, sendo 47,5 milhões destinadas ao mercado interno e as exportações deverão alcançar 5,5 milhões de toneladas.
A produção da soja para a safra 2008/2009 será de 60 milhões de toneladas, sendo 25 milhões para exportação e 35 milhões para o mercado interno. A média dos últimos cinco anos aponta a tonelada do produto ao valor de US$ 254 e, em outubro deste ano, o número registrado foi de US$ 353 dólares. Já a saca de 60 kg, em 2008, alcançou a média de US$ 27 e, em 2009, deve ter redução para US$ 21.
De acordo com o presidente da Câmara, César Borges, a questão da produtividade deve ser vista como um item fundamental. “Trabalharemos para verificar as principais ações para apoiar os produtores agrícolas”, ressaltou.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

Lagarta tem os dias contados

Resistente a uma das principais pragas da agricultura brasileira, o milho Bt chega aos campos do país com a promessa de cortar custos e facilitar o manejo da lavoura. Para combater a lagarta-do-cartucho na Fazenda Graciosa, em Peabiru (Noroeste), Roberto Luiz Stefanuto faz entre três e quatro aplicações de inseticida por safra. Atraído pela promessa de gastos menores e manejo facilitado, resolveu experimentar a tecnologia GM. Como não encontrou híbridos adaptados, reservou apenas 10 hectares às sementes modificadas, 3% dos 300 hectares cultivados com milho neste verão. Na lavoura convencional, aprimorou a tecnologia aplicada: aumentou os nutrientes, ampliou o espaçamento e melhorou o stand (plantas/hectare). A expectativa é colher uma média de 12 mil quilos por hectare, 18% mais que no ano passado, conta o gerente da fazenda, Amarildo Aparecido Coradini.
Ilsioni Francisco Cherubini, de Medianeira (Noroeste), que cultivou campos experimentais de milho Bt na última safrinha, se diz satisfeito com os resultados. Neste ciclo de verão, não plantou o cereal geneticamente modificado porque as sementes encomendadas não chegaram a tempo, mas pretende fazer uma safrinha 100% GM no início do ano que vem.
Ainda na Região Noroeste do estado, Pedro Jacob Lakus, de Foz do Iguaçu, e Gabriel Jort, de Campo Mourão, afirmam que querem experimentar a tecnologia na safra de inverno. Jort, que não plantou milho transgênico no verão porque não encontrou sementes, diz que costuma fazer entre duas a seis aplicações de inseticida na safrinha. Neste ano, na lavoura com pouco mais de um mês, já fez quatro aplicações e diz que ainda vai precisar de pelo menos mais uma para controlar a lagarta-do-cartucho. Em cada aplicação gasta em média R$ 16,70 por hectare apenas para adquirir o produto.
Nelson Paludo, produtor em Toledo (Sudoeste) e presidente do sindicato rural do município, conta que fez reserva de semente GM para este verão, mas como entrega atrasou, acabou semeando 67,5 hectares com o cereal convencional. “Mas na safrinha, se não for Bt não planto mais milho”, assegura.

Fonte: Gazeta do Povo

 

BB vai propor reforma no sistema de crédito rural

O Banco do Brasil vai propor ao governo uma profunda reforma no sistema de crédito rural, a fim de deixar o agronegócio menos exposto às oscilações do mercado financeiro e também mais atrativo para investidores. Entre os principais itens que estarão na proposta, que deverá estar pronta no início de 2009, estão o volume de recursos a serem aplicados no setor, a taxa de juros cobrada nos financiamentos, a definição de uma política de garantia de renda e a ampliação dos agentes financiadores do agronegócio.
Segundo o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Luis Carlos Guedes Pinto, a idéia é reunir um pequeno grupo de representantes do setor privado, especialistas em crédito rural e executivos do BB para discutir a proposta ainda este ano. "Isso aconteceria num pequeno seminário para elaborar as mudanças necessárias", disse Guedes Pinto, que já esteve sentado na cadeira de Ministro da Agricultura, antes do atual executivo da Pasta, Reinhold Stephanes.
O ex-ministro lembrou que é preciso diversificar as fontes de financiamento do agronegócio, que hoje se concentram entre recursos dos próprios agricultores, linhas tomadas junto às tradings (comercializadoras) e os financiamentos do governo. "Hoje, as fontes de recursos controlados estão aquém das necessidades do setor. Os produtores são obrigados a recorrer às tradings que cobram taxas elevadas para financiar o setor", disse Guedes Pinto.

Liberações

Apesar das reclamações do setor produtivo de que os recursos disponibilizados pelo governo federal não estão chegando aos produtores, Guedes Pinto informou hoje que as liberações do banco tiveram um crescimento de 40% entre janeiro e outubro deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o executivo, nos dez primeiros meses do ano o Banco do Brasil aplicou no agronegócio cerca de R$ 11 bilhões.
Segundo ele, a sensação dos produtores de que os recursos não estão chegando ao campo se deve à retração no crédito que ocorreu devido à crise internacional. "Isso afastou as tradings, que eram responsáveis por financiar cerca de 30% das necessidades do agronegócio por safra", afirma Guedes Pinto. Para ele, apesar de o Banco do Brasil ter ampliado as liberações existe uma carência de crédito para o agronegócio, especialmente no Centro-Oeste.
O ex-ministro disse que acredita ser difícil aumentar a disponibilidade de recursos para financiar a safra no curto prazo, já que um volume maior de capital dependeria do orçamento e também do acerto de alguns produtores em relação às renegociações das dívidas. "Precisamos implementar mecanismos de garantia de renda ao produtor e com subsídio do governo para esse tipo de seguro", defendeu Guedes Pinto, da mesma forma que o governo já atua no seguro da produção, pagando 50% do valor do seguro.

Fonte: Cosmo On line

 

Agricultura enfrenta crise de crédito e de armazenamento

Os produtores de Mato Grosso do Sul estão enfrentando um problema atrás do outro. Além da crise de crédito, que é o pior gargalo desse difícil momento econômico, ainda há o risco de não haver locais suficientes para o armazenamento da safra, já que a comercialização da safrinha de milho está lenta, além de que as traddings que geralmente compram antecipadamente cerca de 35% a 40% da safra de soja, terem reduzido esse percentual para menos de 10%.
A produção não tende a ser reduzida, no entanto, a crise de crédito tira a potencialidade tecnológica do trato com as lavouras o que pode fazer cair um pouco da produtividade e da qualidade dos grãos.
Para tentar solucionar esse problema, o governo do Estado entrou com pedido junto ao Ministério da Agricultura solicitando recursos adicionais para o custeio da safra verão, estimada em 2,2 milhões de hectares. O total de recursos pedidos é da ordem de R$ 200 milhões. Além destes, outros R$ 400 milhões foram requeridos para os agentes produtivos que suprem a demanda de insumos à produção agrícola.
O Banco do Brasil disponibilizou apenas R$ 420 milhões para esta safra, o que não chega nem a 15% do necessário para o custeio das lavouras que é de cerca de R$ 3,1 bilhões. Em anos anteriores, o BB chegava a financiar pelo menos 30% da safra.
Armazenagem
Mato Grosso do Sul tem capacidade para armazenar 7 milhões de toneladas, mas deve produzir 8 milhões, o que não seria problema caso houvesse rotatividade, o que, devido aos entraves da não comercialização de milho e soja, pode se tornar um problema.

Fonte: Correio do Estado.

 

 

Chuvas favorecem lavouras do trimestre

A safra de verão terá regularidade de chuvas na maior parte do País, ou seja, condição favorável ao plantio. As previsões são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o trimestre, que se inicia em novembro de 2008 e vai até janeiro de 2009.
Os agricultores do Centro-Oeste e Sudeste terão temperaturas de normal a acima da média, o que confirma um cenário positivo para plantio das lavouras. Os produtores de soja, algodão e milho terão boas perspectivas de mercado, em relação ao clima.
Na maior parte da região Sul e Nordeste, a ocorrência de chuvas vai de normal a um pouco abaixo da média histórica, o que não é ruim pelas características locais. E para o Norte, a previsão é de chuvas com volume um pouco acima da média.
De acordo com Luis Cavalcanti, chefe do Centro de Análise de Previsão do Tempo, do Instituto, regularidade de chuvas significa boas condições para o plantio. “A distribuição de chuvas para o próximo trimestre é a ideal para as lavouras em todo o País”, esclareceu.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

Do outro lado do Paraná, a aposta maior na tecnologia Bt

Se nesta safra de verão a baixa disponibilidade de sementes freou o plantio do milho Bt, no ciclo 2009/10 será difícil encontrar o grão convencional. A avaliação é do gerente de unidades da Coamo, Antônio Carlos Ostrowski. A cooperativa com sede em Campo Mourão (Noroeste) calcula que entre 2,5 e 3,8 mil hectares, o equivalente a 1% a 1,5% do milho na sua área de atuação, tenham sido cultivados com o grão geneticamente modificado neste ano. “Na próxima temporada, este porcentual deve avançar para até 70%. Vai juntar a necessidade com a disponibilidade”, prevê. Ele considera que o plantio GM se expandirá com rapidez porque o milho é uma cultura de produtividade elevada, o que facilita a multiplicação das sementes. Um dos principais entraves, afirma, será a disponibilidade de variedades adaptadas.
Já em Palotina, no Oeste do estado, a C.Vale tem neste verão menos de 1% de sua área coberta por milho Bt. A expectativa era de 50 hectares, mas como as sementes demoraram a chegar, a extensão não deve passar de 30 hectares. Neste ciclo 2008/09, a cooperativa prevê o plantio de 11,5 mil hectares de milho na sua área de atuação. “Na safrinha, quando tiver mais semente, o produtor vai plantar mais”, analisa o gerente técnico Gilmar Sponchiato.
No Sudoeste, a Coasul, de São João, estima que entre 500 e 750 hectares, 2% a 3% da sua área total de milho, tenham sido cultivados com sementes GM. Em Maringá (Norte), a Cocamar tem outros 270 hectares plantados com o cereal transgênico, pouco mais de 2% de seus 12 mil hectares de milho de verão.
A Lar, de Medianeira, também no Noroeste, estima cerca de 10% da sua área de milho de verão tenham sido cultivados com o cereal transgênico.

Fonte: Gazeta do Povo

 

Soja e milho entram na reta final de plantio

Enquanto a colheita do trigo entra nos últimos 5% do total de 1,14 milhão de hectares de lavoura, o plantio de verão ganha dimensão e faz os campos do Paraná passarem do amarelo para o verde rapidamente. O plantio da soja chega nesta semana à metade dos cerca de 4 milhões de hectares destinados à cultura no estado nesta safra. A umidade favorece também o plantio do milho, que já cobre mais de 90% de uma área de aproximadamente 1,35 milhão de hectares. Os porcentuais são do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab).
O plantio do milho começou dois meses atrás e a maior parte da lavoura (cerca de 90%) está na fase de desenvolvimento vegetativo, ou seja, depende de água até o enchimento dos grãos. No caso da soja, dois terços das plantações ainda permanecem em germinação. Com a adoção cada vez maior de variedades de ciclo precoce, cuja colheita ocorre a partir de janeiro, a oleaginosa depende de chuvas bem distribuídas.
O produtor Hendrik Barkema, de Tibagi, tem uma explicação para o acelerado plantio da soja – uma única plantadeira percorre até 90 hectares por dia. “Estamos plantando sobre a área de trigo e, como a terra está adubada, colocamos só semente na plantadeira. Assim, não é preciso abastecer a máquina toda hora.”
Com seus descendentes preparados para as tarefas da fazenda, Barkema faz questão de acompanhar o plantio, que é retomado sempre que a umidade permite. Ele busca mais do que a certeza de que tudo está em ordem: “É bonito”, resume. Uma do lado da outra, três plantadeiras seguem alinhadas no campo até o fim da tarde, desenhando riscos no chão coberto de palhada.

Fonte: Gazeta do Povo

 

Previsão do Tempo

Quarta-feira

Muitas áreas de instabilidade nesta quarta-feira no Sudeste. No leste de São Paulo o sol predomina pela manhã, as nuvens aumentam ao longo do dia e chove à noite. Nas demais áreas paulistas o aumento de nuvens acontece já pela manhã. A previsão de chuva é para o período da tarde. No Espírito Santo, no Rio de Janeiro em todo o centro-sul de Minas Gerais o céu fica com muitas nuvens o dia todo e chove principalmente à tarde. Faz sol o dia todo no norte mineiro e capixaba, ainda sem chuva, apesar do forte calor.

 

Bolsa de Mercadorias de Uberlândia – BMU

(Cotação diária) –03/10/2008

 

*Milho - sc. 60 kg disponível – (Preços com INSS excluso)
Uberlândia/Uberaba . . . . . . . . . . . .  R$ 18,00.... R$18,50
Capinópolis/Ituiutaba . . . . . . . . . . . .R$ 17,50.... R$18,00
Patrocínio/Patos de Minas . . . . . . . .  R$ 19,00.....R$19,50
Paracatu/Unai. . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 18,00.... R$18,50
Catalão – GO. . . . . . . . . . . . . . . . . .R$ 20,00.....R$ 20,50
Região de Rio Verde- GO . . . . . . .  .. R$ 18,50.....R$ 19,00


Região de Cristalina- GO . . . . . . . ..  R$ 20,00.....R$ 20,50

*Soja - sc. 60 Kg disponível  - (Preços com INSS excluso)


Uberlândia . . . . . . . . . . . . . . . . . . .R$42,00
    

 

*Sorgo - sc 60  kg  Disponível


Uberlândia/Uberaba . . . . . . . . . . . s/cotação

*Café arábica  -  Tipo 06 Duro para melhor

 

Araguari/ Patrocínio. - Tipo. 06 – 2007/08.................R$ 250,00

Araguari/ Patrocínio. - Tipo. 06 – 2008/09.................R$ 255,00

 

*Feijão - sc 60 Kg – Triângulo e Alto Paranaíba

 

Tipo Carioquinha Extra Novo . . . .  . . .   R$ 112,00....R$114,00


Tipo Carioquinha Comercial. . . . . . . . .  R$ 93,00.....R$95,00
Tipo Preto Especial . . . . . . .  . . . . .  . . R$ 153,00....R$155,00
Tipo Rajado Especial. . . . . . .  . . . . . . . R$ s/cotação
Tipo Jalo Especial. . . . . . . . . . . . . . . . . R$ s/cotação

 

* Arroz Sequeiro – Uberlândia (Preços com ICMS e INSS inclusos)
                                           Mínimo .................................Maximo
Tipo 1 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 56,00.............................R$ 58,00
Tipo 2 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 53,00.............................R$ 55,00
Tipo 3 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 48,00.............................R$ 50,00

Tipo 4 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 44,00.............................R$ 46,00

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CAT- Clube Amigos da Terra de Uberlândia
Av. Juracy J. Resende, 100  |  B. Pampulha / Camaru  |  (34) 3222-1000 - 3226-7701  |  Uberlândia-MG
agronegocios@catuberlandia.com.br