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No forno, mais recursos para apoiar o campo
Novo reforço de crédito para o setor agrícola deverá ser anunciado nos próximos dias. As medidas em estudo pelo governo federal poderão somar cerca de R$ 7,7 bilhões.
A expectativa é de que sejam liberados Adiantamentos de Contrato de Câmbio (ACC) destinados ao Centro-Oeste, crédito agrícola via Banco do Brasil para todo o país, além de mecanismos de apoio à venda de leite em pó. Hoje, em Brasília, está prevista uma reunião no Ministério da Fazenda com o objetivo de avaliar as medidas e o que já foi anunciado para a agricultura em decorrência da crise global. A ajuda do governo federal ao campo já soma cerca de R$ 17,95 bilhões.
– A safra não deverá ser prejudicada – assegurou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, reforçando que uma das principais preocupações é em relação à produção do Centro-Oeste em razão da descapitalização.
Mesmo reconhecendo que faltam recursos para a agricultura, Stephanes garantiu que nas demais regiões já foram tomadas as providências para apoiar os produtores.
– Na região Centro-Sul, o setor agrícola contribuiu com recursos próprios para substituir, em parte, a falta de crédito – disse.
Mercado de leite terá ajuda para equilibrar preços
O governo também decidiu intervir no mercado de leite para evitar novas reduções de preços, o que pode desestimular a produção nos próximos meses e desequilibrar o mercado. O cenário de queda na demanda interna e mundial por produtos lácteos, além do baixo preço pago ao produtor, preocupa representantes do setor e da União.
Segundo o secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Adoniram Sanches Peraci, a idéia é apoiar o escoamento de parte da produção do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais, principais regiões leiteiras, para os Estados consumidores. Outra possibilidade é a compra do produto nos locais de industrialização.
O governo estima que há, no país, um excedente de 140 mil toneladas de leite em pó, volume que pode derrubar os preços. De acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, no ano passado os preços de exportação do leite em pó atingiram US$ 5,7 mil por tonelada. Estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indicam, no entanto, que o produto será vendido, em média, a US$ 2,25 mil por tonelada até o final deste ano.
A caminho
- Até R$ 200 milhões para apoiar a venda de leite em pó, em especial da produção do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais.
- Até R$ 2,5 bilhões a ser liberado pelo Banco do Brasil como reforço de crédito para o setor agrícola em todo o país.
- Até R$ 5 bilhões de Adiantamentos de Contrato de Câmbio (ACC) para projetos agrícolas do Centro-Oeste, especialmente à produção de algodão.
Fonte: Zero Hora
Algodão: Indústrias cautelosas com turbulência financeira
Entre 28 de outubro a 4 de novembro, o Indicador Cepea/Esalq – 8 dias para pagamento – teve queda de 1,6%, fechando em R$ 1,2078/lp nessa terça. Nos últimos dias, indústrias têxteis continuaram recuadas, operando apenas no sistema “da mão para boca” e ainda forçando baixa nas cotações. O recebimento de pluma vinculada a contratos antecipados tem sido suficiente para o atendimento das necessidades. As turbulências no mercado financeiro, que causaram a restrição de crédito e queda dos preços internacionais, fazem com que indústrias tenham cautela em negociar maiores volumes da pluma. A oferta não chegou a aumentar, mas a fraca demanda tornou o volume disponível proporcionalmente maior, o que resultou em pequenos recuos de preço. Apenas produtores com necessidade de caixa imediato estiveram mais ativos. Boa parte continua priorizando a entrega de contratos antecipados – internos e externos. No geral, os negócios têm envolvido pequenas e médias quantidades, de 26 a 780 toneladas. As informações são da assessoria de imprensa do Cepea.
Fonte: Agrolink
Irregularidade das chuvas altera plantio em Goiás
Enquanto em algumas regiões produtoras, como Jataí e Montividiu, no Sudoeste Goiano, cerca de 90% das lavouras estão plantadas, em outras regiões do Estado sequer deu-se início ao processo de plantio.
É o que ocorre, por exemplo, em Cristalina, no Sudeste, onde até agora ninguém ousou plantar qualquer lavoura de sequeiro, por absoluta falta de umidade no solo.
O produtor rural e presidente da Comissão de Grãos da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (Faeg), Alécio Maróstica, diz que o produtor não pode embarcar na aventura de plantar sem o teor mínimo de umidade tecnicamente recomendado para o solo. “O produtor profissionalizado não deve fazer isso em qualquer circunstância, muito menos agora, quando vive uma situação difícil de endividamento, restrição de crédito e incerteza quanto à comercialização”, diz o dirigente da Faeg.
Segundo Alécio Maróstica, a estiagem na região de Cristalina é tão acentuada que se não chover em uma semana, até as lavouras irrigadas enfrentarão problemas.
Mas não é só a falta de chuva que preocupa os produtores. Segundo Alécio Maróstica, em função do endividamento, muitos produtores não tiveram acesso a novas financiamentos bancários e as trades restringiram ao máximo suas operações. “Tem casos de empresas que aceitaram Cédulas de Produto Rural (CPR) e, agora, estão chamando os produtores para devolver integralmente ou pelo menos uma grande parte”, diz.
Conforme Alécio Maróstica, os agentes financeiros, além de restringir o crédito, estabelecem condições que praticamente inviabilizam o acesso do produtor a novos recursos. É o caso, por exemplo, da exigência de aval para produtores que o banco não considera com capacidade ideal de endividamento.
Tecnologia
O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras, Seção de Goiás (OCB-GO), Antônio Chavaglia, diz que o plantio na Região Sudoeste do Estado se desenvolve normalmente. Em Jataí, segundo ele, 90% das lavouras estão plantadas; em Rio Verde e Montividiu, cerca de 70%, enquanto em Santa Helena, Acreúna e áreas vizinhas, o processo de plantio está sendo iniciado.
Segundo ele, embora as chuvas na região estejam regulares e o plantio siga o calendário normal, há preocupação com uma possível redução no uso de tecnologia por parte de alguns produtores. “Com a restrição de crédito, muitos estão preferindo, por exemplo, aplicar menos adubo, o que fatalmente implicará redução de produtividade”, diz, ao pedir cautela ao produtor para que não torne a situação mais difícil ainda.
Mas, para ele, o que mais preocupa agora são as condições em que será comercializada a próxima safra. “Estamos plantando com elevados custos de produção, crédito curto e juros elevados e, diante da indefinição do cenário econômico mundial, não temos a menor noção da realidade do mercado na época da comercialização”, afirma Antônio Chavaglia.
Fonte(s): O Popular
Crise afeta produção mundial de etanol
A indústria mundial de etanol, até agora em rápida expansão, será afetada pela crise no ano que vem, à medida em que a restrição de crédito interrompe ou desacelera a expansão em várias regiões, informou a consultoria F.O. Licht.
Em documento divulgado na Conferência Mundial de Etanol, que se realiza em Paris, a consultoria estimou que a produção global de etanol deverá atingir quase 90 bilhões de litros em 2009, ante 79 bilhões no ano passado.
Mas, o crescimento anual deve cair para 14,4%, contra um salto de 23,6% entre 2007 e 2008.
"A atual crise financeira não vai continuar sem efeito na indústria de biocombustíveis. Afinal de contas, o etanol é uma indústria de capital de incentivo e manter o setor requer um mercado de crédito em funcionamento", afirmou a consultoria em um relatório.
Os EUA deveriam produzir um alto volume de etanol neste ano, apesar da crise, mas a F.O. Licht disse que a taxa de crescimento na América do Norte e Central deve cair até mais que a metade no ano seguinte por causa da turbulência.
A consultoria estima que a produção de etanol na América do Norte e Central deve alcançar 42,5 bilhões de litros em 2009, contra 36,8 bilhões neste ano e 26,9 bilhões em 2007.
"A indústria norte-americana está em profunda crise", informou a F.O. Licht, apontando para a alta nos preços do milho, principal insumo utilizado na produção de etanol do país, e a queda dos preços do etanol.
"Mesmo assim, a indústria ainda espera crescer fortemente em 2009, mas o nível vai depender de solução para a crise de crédito". Se o principal produtor mundial de etanol permanecer em recessão por um extenso período, a F.O Licht alerta que o aumento da produção pode ser muito menor do que o estimado atualmente.
Já no Brasil, segundo maior produtor de etanol, a projeção de crescimento da Licht indica que a produção deveria crescer em 2008, quando o etanol se mostrou relativamente mais lucrativo do que o açúcar.
Fonte(s): Gazeta Mercantil
Brasil habilita 38 novas fazendas para exportar para UE
O Brasil habilitou 38 novas fazendas para exportar carne bovina para a União Européia. Segundo a nova lista atualizada pela Comissão Européia, o País conta agora com 526 propriedades certificadas e que atendem às exigências para exportar ao bloco.
O maior número de inclusões nesta semana foi feito por Minas Gerais. O Estado habilitou 21 novas propriedades e conta agora com 254 fazendas certificadas e segue como região com maior número de propriedades. Na segunda posição aparece Goiás, com 9 inclusões e 103 fazendas no total, seguido pelo Estado de Mato Grosso, com habilitou 3 fazendas e conta agora com um total de 84.
O Estado de São Paulo voltou a superar o Paraná. O Brasil conta com 15 fazendas paulistas certificadas, enquanto as paranaenses somam 14 no total. O Espírito Santo aparece com 16 propriedades habilitadas, sem nenhuma nova inclusão, enquanto as fazendas gaúchas somam 40, duas a mais do que na semana passada.
Fonte: Folha de Londrina, Diário de Cuiabá
Clima está bom para a safra de verão
Tempo chuvoso e muito calor marcaram a semana na maior parte do Estado de São Paulo. Em Barretos, Franca, Ilha Solteira e Jaboticabal a umidade do solo ficou em torno de 10 milímetros por causa das taxas de evapotranspiração, acima de 4 milímetros por dia.
Nas demais localidades, o armazenamento hídrico médio do solo está acima de 55% da capacidade máxima de retenção, indicando condições favoráveis ao desenvolvimento inicial das lavouras de soja, milho e algodão já semeadas. Este nível de umidade também é bom para o preparo do solo nas áreas em sistema de plantio convencional, com baixo risco de compactação.
Desde o início da primavera, o regime de chuva e temperatura vem favorecendo as pastagens da maior parte do Estado, mas a tendência de baixa nos preços do boi gordo e do leite tem sido a principal dificuldade para os pecuaristas de corte e de leite.
A chuva bem distribuída também favorece a formação dos frutos que estão ainda em fase inicial de desenvolvimento e que serão colhidos na próxima safra. Durante a semana, o forte calor aumentou a demanda por laranja de mesa e por suco, mantendo a cotação do produto apesar do aumento na oferta da fruta para as indústrias.
Nos canaviais, a chuva favoreceu as áreas já colhidas, dando boas condições para a rebrota e o crescimento da cana-de-açúcar. Entretanto, a chuva dificultou a colheita e o transporte nas áreas prontas para colheita. Em outubro, a chuva foi responsável por uma pequena redução no volume processado e também causou redução no rendimento industrial, com queda na concentração de açúcares.
PRAGAS E DOENÇAS
A associação do calor com a alta umidade do ar favorece a propagação de doenças nos cafezais de Franca, Espírito Santo do Pinhal e São José do Rio Pardo, exigindo atenção dos produtores para evitar perdas de produtividade na próxima safra.
O tempo chuvoso também dificulta o controle fitossanitário nos bananais de Iguape, Registro e Juquiá, e nas parreiras de Jundiaí, Indaiatuba e Vinhedo. Atrasou ainda a colheita nos pomares de pêssego, nêspera e acerola de Mogi das Cruzes, Valinhos e Junqueirópolis.
*Fábio Marin é pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária. Para mais informações sobre tempo e clima, acesse www.agritempo.gov.br
Fonte: O Estado de São Paulo
Governo garante manutenção em rodovias de MT para escoamento de safra
As obras para garantir o escoamento da produção de grãos são prioridade para o governo federal. Em reunião de sua Câmara Setorial de Logística o Ministério da Agricultura garantiu que os investimentos em infra-estrutura vão gerar economia para os produtores a partir do ano que vem.
A produção brasileira de grãos está concentrada na região Centro-Oeste, bem longe da maioria dos consumidores e dos portos que levam a produção para fora do país. A maior parte desse percurso é feio pelas estradas – o que, segundo o próprio ministério, custa duas vezes mais do que o transporte ferroviário e quatro vezes mais do que o escoamento por hidrovias.
Os produtores estão preocupados com o cenário de crise. Querem provas de que as obras de infra-estrutura e logística previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não sejam afetadas por cortes e possam, realmente, beneficiar o agronegócio.
A resposta aos produtores foi positiva. O governo federal garantiu a manutenção das obras nas rodovias federais que ligam Mato Grosso e Pará, e que vão fazer a produção rodar mil quilômetros a menos até chegar aos portos do Nordeste brasileiro. Isso deve reduzir, e muito, os custos ao produtor.
Fonte: Canal Rural
Se planta a soja, mas já não é a mesma coisa
Na zona central a semeadura da oleaginosa vem em desalinho, mas na região chega a 25%. Em muitos casos estão semeando sem fertilizantes ou com menores doses que as normalmente utilizadas. As doses de fósforo estão sendo diminuídas ou omitidas na semeadura da soja. Nota-se uma menor pressão sobre os arrendamentos de campos, e trata-se de ajustar o investimento ao mínimo, porque não se tem renda. A mercadoria é guardada esperando que a "tempestade dos preços baixos" passe. Também se observa com certa surpresa a falta de financiamento na venda de insumos, uma prática comum no setor. Com esses novos ventos no setor, a soja parece estar fracassando na tendência de crescimento que marcou as últimas campanhas. O milho da zona central ficou bem plantado e está com bons stands de plantas, apesar de que alguns produtores começaram a semeadura sem muita umidade.
O cultivo do trigo no Norte e no centro de GEA não recuperou as promessas de atingir os 2000 kg/ha. Em Buenos Aires, as possibilidades são melhores.
Fonte: Agrolink
Colheita de soja segue ritmo normal nos EUA
A colheita de soja segue o ritmo normal nos EUA, não apresentando problemas climáticos que possam afetar a produtividade final. De acordo com o relatório divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos EUA), até agora cerca de 86% da área total do grão já foi colhida, no ano passado, nessa mesma época, cerca de 90% da área já havia sido colhida. A média da evolução da colheita nos últimos 5 anos é de 89%, mas esse pequeno atraso não apresenta redução significativa no volume total da safra.
Os reajustes ocorridos nos preços do grão desde o início da semana vêm em linha com o ritmo das exportações norte-americanas do grão, que surpreendeu pelo alto volume registrado nas últimas duas semanas. O maior volume exportado tem como destino países como Japão, China e Índia, que apesar da crise financeira mantém aquecida a demanda por essa commodity.
No mercado interno os preços mostraram um reajuste de 4,3% desde o início da semana, passando de R$46,00/saca para R$48,00/saca em Paranaguá/PR. Apesar do aumento, a questão cambial ainda pode ditar as variações dos preços no curto prazo.
Fonte: Scot Consultoria
Previsão do Tempo
Quinta-feira
Nesta quinta-feira as áreas de instabilidade se espalham e deixam céu nublado e com chuva a qualquer hora no centro-norte do Rio de Janeiro, na Zona da Mata de Minas Gerais, no vale do Rio Doce, na Grande Belo Horizonte e no centro-sul capixaba. Tempo chuvoso também no oeste paulista, onde há risco de temporais. Nas demais áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro, no Sul de Minas, no Triângulo Mineiro, no vale do Jequitinhonha, no baixo São Francisco e no norte capixaba, a umidade aumenta, o céu fica sempre com muitas nuvens e chove a qualquer hora. A temperatura cai um pouco nessas regiões com relação ao dia anterior. Mais um dia de sol e tempo firme no extremo norte mineiro.
Bolsa de Mercadorias de Uberlândia – BMU
(Cotação diária) –04/10/2008
*Milho - sc. 60 kg disponível – (Preços com INSS excluso)
Uberlândia/Uberaba . . . . . . . . . . . . R$ 18,00.... R$18,50
Capinópolis/Ituiutaba . . . . . . . . . . . .R$ 17,50.... R$18,00
Patrocínio/Patos de Minas . . . . . . . . R$ 19,00.....R$19,50
Paracatu/Unai. . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 18,00.... R$18,50
Catalão – GO. . . . . . . . . . . . . . . . . .R$ 20,00.....R$ 20,50
Região de Rio Verde- GO . . . . . . . .. R$ 18,50.....R$ 19,00
Região de Cristalina- GO . . . . . . . .. R$ 20,00.....R$ 20,50
*Soja - sc. 60 Kg disponível - (Preços com INSS excluso)
Uberlândia . . . . . . . . . . . . . . . . . . .R$42,00
*Sorgo - sc 60 kg Disponível
Uberlândia/Uberaba . . . . . . . . . . . s/cotação
*Café arábica - Tipo 06 Duro para melhor
Araguari/ Patrocínio. - Tipo. 06 – 2007/08.................R$ 250,00
Araguari/ Patrocínio. - Tipo. 06 – 2008/09.................R$ 255,00
*Feijão - sc 60 Kg – Triângulo e Alto Paranaíba
Tipo Carioquinha Extra Novo . . . . . . . R$ 112,00....R$134,00
Tipo Carioquinha Comercial. . . . . . . . . R$ 111,00.....R$113,00
Tipo Preto Especial . . . . . . . . . . . . . . R$ 153,00....R$155,00
Tipo Rajado Especial. . . . . . . . . . . . . . R$ s/cotação
Tipo Jalo Especial. . . . . . . . . . . . . . . . . R$ s/cotação
* Arroz Sequeiro – Uberlândia (Preços com ICMS e INSS inclusos)
Mínimo .................................Maximo
Tipo 1 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 56,00.............................R$ 58,00
Tipo 2 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 53,00.............................R$ 55,00
Tipo 3 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 48,00.............................R$ 50,00
Tipo 4 . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 44,00.............................R$ 46,00
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